Notícias

  • Diocese encerra Ano Jubilar 2025 com Missa solene na Catedral
    by admin on 30 de dezembro de 2025 at 12:54

    A Diocese de Anápolis celebrou, no último domingo, 28 de dezembro, na Catedral do Senhor Bom Jesus da Lapa, a Santa Missa de Encerramento do Ano Jubilar 2025, presidida pelo bispo diocesano, Dom Waldemar Passini Dalbello. A celebração reuniu representantes do clero, seminaristas, religiosas e fiéis, em um momento de ação de graças por tudo o que foi vivido ao longo deste tempo de graça. Celebrada no Domingo da Sagrada Família, a Eucaristia marcou o encerramento do Jubileu convocado pelo Papa Francisco, vivido como um forte chamado à conversão, à misericórdia e ao compromisso missionário. Desde a abertura do Ano Jubilar, a comunidade católica foi convidada a renovar sua fé, fortalecer os vínculos fraternos e testemunhar a esperança cristã em meio aos desafios do tempo presente. Em sua homilia, Dom Waldemar destacou a centralidade da família no projeto de Deus, recordando que o próprio Filho de Deus quis nascer e crescer em uma família humana, sob os cuidados amorosos de Maria e José. Inspirado no Evangelho, o bispo refletiu sobre a figura de São José como homem justo, dócil à vontade de Deus e sempre pronto para partir em missão, mesmo diante das ameaças e incertezas. “O compromisso missionário indica a medida da nossa esperança”, afirmou Dom Waldemar, reforçando que a Igreja é chamada a não permanecer acomodada, mas a levantar-se e ir ao encontro das pessoas, especialmente das famílias, das crianças, dos adolescentes e dos jovens. Segundo ele, somente um testemunho coerente, feito de palavras e gestos, pode oferecer às novas gerações um verdadeiro projeto de vida, enraizado no amor a Deus e ao próximo. Ao encerrar o Ano Jubilar, o bispo recordou que todos somos peregrinos, chamados a caminhar com os olhos fixos na meta e o coração aberto à ação do Espírito Santo. Inspirados pela Sagrada Família, os fiéis foram enviados a seguir adiante, confiantes na esperança que nasce da Encarnação de Cristo e se traduz em compromisso concreto com a vida, a missão e a fraternidade. [ngg src=”galleries” ids=”135″ display=”basic_thumbnail”]

  • O Emanuel: Deus Conosco
    by admin on 20 de dezembro de 2025 at 19:50

    Amados irmãos e irmãs, estamos nos aproximando do Natal, e, após essa caminhada

  • “A alegria que se traduz em gestos concretos” Reflexão do 3º Domingo do Advento
    by admin on 13 de dezembro de 2025 at 21:20

    O terceiro domingo do Advento é conhecido como o Domingo da Alegria, ou Gaudete, palavra latina que significa “Alegrai-vos”. A antífona de entrada da Missa traz esse convite luminoso: “Alegrai-vos sempre no Senhor! De novo vos digo: alegrai-vos! O Senhor está perto” (Fl 4,4-5). Mas o que significa essa alegria, em meio a um tempo marcado pela espera e pela conversão? É uma alegria superficial ou uma alegria que brota do coração de quem crê? A liturgia deste domingo nos responde: é uma alegria que nasce da presença de Deus. O profeta Isaías anuncia: “Exulto de alegria no Senhor, a minha alma rejubila-se em meu Deus” (Is 61,10). Essa exultação não vem da ausência de dificuldades, mas da certeza de que o Senhor está próximo e realiza suas promessas. Portanto, a presença do Senhor é fonte de alegria verdadeira — uma alegria que não depende das circunstâncias, mas da fé. Por isso, São Paulo exorta os cristãos: “Sede alegres, orai sem cessar, dai graças em todas as circunstâncias” (1Ts 5,16-18). O apóstolo ainda nos recorda que a alegria cristã não é uma emoção passageira, mas uma atitude interior de quem vive na esperança. A pergunta que nasce é: tenho deixado que a presença de Deus gere em mim essa alegria? Ou permito que as preocupações da vida apaguem a luz do Advento em meu coração? É preciso responder essas perguntas e refletir nelas! A partir do Evangelho, que nos apresenta a figura de João Batista, que prepara os caminhos do Senhor, podemos e devemos, como as multidões, procurá-lo e perguntar-lhe: “Que devemos fazer?” (Lc 3,10). João responde com gestos concretos de justiça e caridade: repartir o pão, agir com honestidade, não explorar o outro. A alegria do Advento, portanto, não se expressa apenas em palavras ou sentimentos, mas em atitudes de conversão e amor ao próximo. E aqui surge outra pergunta para nós: de que maneira posso expressar, nesta semana, a alegria de saber que o Senhor está chegando? Talvez através de um perdão concedido, de uma visita a quem está só, de um gesto generoso a quem precisa. O terceiro domingo do Advento também se distingue pelo uso do paramento cor-de-rosa — sinal litúrgico da alegria que desponta no meio do roxo penitencial. É como se a Igreja, mãe sábia, nos dissesse: “Coragem, a chegada do Senhor está próxima. Alegrai-vos, porque Ele vem!”. Celebrar este domingo é, portanto, acolher a alegria de Deus que se faz carne e vem habitar entre nós. É reconhecer que, mesmo em meio às dores e esperas, o Senhor está no meio do seu povo, e isso muda tudo! Que Maria, mulher do Advento e causa de nossa alegria, nos ensine a esperar com fé e a viver com o coração aberto ao Deus que vem. Vem, Emanuel! Pe. Célio Rodrigues de Souza Paróquia Santo Antônio – Olhos D’Água

  • “Sejamos precursores da Esperança” Reflexão do 2º Domingo do Advento
    by admin on 6 de dezembro de 2025 at 19:00

    Neste segundo domingo do Advento somos chamados a ser precursores da Esperança. Na verdade, todos os batizados são precursores do Cristo, assim como foi São João Batista, que preparou os caminhos do Senhor, anunciando a Verdade e denunciando o erro, deixando o convencimento para o Espirito Santo. Ou seja, nós anunciamos e denunciamos, porém quem convence é o Espírito! Esse mesmo Espirito que habita em cada coração, ajudando-nos a não perder a Esperança, mas antes endireitando suas veredas para olharmos além do horizonte, para a Eternidade feliz. O profeta Isaías anuncia o nascimento do Messias, a Esperança de Israel, que virá em defesa do povo, trará a justiça aos pequenos e a reconciliação a toda a criação: “naquele dia, a raiz de Jessé se erguerá como um sinal entre os povos; hão de buscá-la as nações, e gloriosa será a sua morada” (1s 11,10). O Salmo 71 complementa que, nos seus dias, a justiça florirá e tece um louvor com palavras esperançosas: “Seja bendito o seu nome para sempre! E que dure como o sol sua memória! Todos os povos serão nele abençoados, todas as gentes cantarão o seu louvor!” São Paulo aos Romanos instrui aos fiéis a reacenderem a Esperança do Povo de Deus: “tudo o que outrora foi escrito, foi escrito para nossa instrução, para que, pela поssа сопstância e pelo conforto espiritual das Escrituras, tenhamos firme esperança” (Rm 15,4). Em suma, Jesus é nоssа únіса Esperança, que não decepciona, que não engana, que nos fortalece diante das provações e privações da vida humana. E que nos motive a sempre caminharmos e perseverarmos, levando a tantos irmãos a fazerem o mesmo. Por isso somos precursores de Esperança! Contudo, São João Batista, no Evangelho, vai além do anúncio de Esperança, falando da importância de produzir frutos através de uma verdadeira conversão, que não seja uma mera encenação ou só para entrar nas “modinhas” que estão pegando os corações dos mais emocionados, que não têm raízes profundas e, correndo o risco de alienar ou desesperar, ao invés de fortalecer е concentrar seu coração em Cristo, que “batizará com o Espírito Santo e com fogo” (Mt 3,11). Sejamos todos precursores também do seu amor e da sua salvação, para que o mundo possa não só sobreviver, mas viver de verdade. “Quem não é precursor, também não é cristão!” Peçamos à Nossa Senhora, Mãe da Esperança, a graça de perseverar ne vivência do nosso batismo, assim anunciando e preparando tantos corações para o Emanuel fazer morada. Pe. Juciê Gomes Alves -  Paróquia Nossa Senhora Rosa Mística Foto: Reprodução/Freepik

  • Dia Mundial de Luta contra a Aids
    by admin on 1 de dezembro de 2025 at 12:33

    Comemoração reforça a importância da informação, do cuidado e da solidariedade No Dia Mundial de Luta contra a Aids, celebrado nesta segunda-feira, 1º de dezembro, a Diocese de Anápolis une-se à Pastoral da Aids e a tantas organizações dedicadas à prevenção, ao cuidado e à defesa da dignidade das pessoas que vivem com HIV. A data é um convite à reflexão, ao compromisso comunitário e à responsabilidade social diante de uma realidade que ainda exige atenção. A Pastoral da Aids destaca que a epidemia continua sendo um desafio atual, exigindo esforços conjuntos, diversificação de abordagens e defesa dos direitos de quem convive com o HIV. Mesmo com os avanços na prevenção e no tratamento, a Aids permanece como motivo de preocupação, especialmente diante da redução dos recursos destinados ao seu enfrentamento, o que ameaça a continuidade das ações e políticas públicas. O lema escolhido para este ano reforça o protagonismo da educação e da conscientização: “HIV: por onde for, leve informação.” A informação segue sendo um dos meios mais eficazes para evitar novas infecções, combater o preconceito e promover cuidado responsável. A mensagem da Pastoral recorda ainda que “Aids existe!” e que só será possível vencer essa epidemia quando forem reduzidas as desigualdades que dificultam o acesso à prevenção, ao diagnóstico oportuno e ao acompanhamento adequado. Promover direitos, garantir informação e acolher quem recebe o diagnóstico são atitudes profundamente cristãs. Ao longo desta semana, a Pastoral da Aids na Diocese de Anápolis realizará visitas às paróquias para apresentar essa mensagem e distribuir materiais informativos, reforçando o compromisso de levar conscientização e apoio às comunidades paroquiais. A luz da Palavra de Deus também inspira essa missão. Jesus ensina: “Tudo o que fizerdes ao menor dos meus irmãos, é a mim que o fazeis.” (Mt 25,40). E São Paulo exorta: “Carregai os fardos uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo.” (Gl 6,2). Assim, romper barreiras de preconceito, acolher e cuidar fazem parte do compromisso evangélico. Inspirado pela espiritualidade de São Francisco de Assis — que nos ensina a levar amor onde houver ódio e esperança onde houver desespero —, o trabalho junto às pessoas afetadas pela Aids exige proximidade, compaixão e sensibilidade. O Papa Francisco também lembrava que a Igreja é chamada a ser um “hospital de campanha”, onde ninguém é descartado e todos são importantes aos olhos de Deus. Cada pessoa pode fazer a diferença: – cuidando de si e dos outros;           – aproximando-se com respeito de quem vive com HIV;     – dialogando com familiares e amigos sobre prevenção;      – combatendo todas as formas de estigma;   – promovendo a informação, que é sempre o melhor caminho. Que Maria, Saúde dos Enfermos, interceda por todos os que convivem com o HIV e fortaleça aqueles que trabalham pela prevenção, conscientização e cuidado.   Foto: Reprodução/Daysoftheyear

  • “Como nos Nossos Tempos!” Reflexão do 1º Domingo do Advento
    by admin on 29 de novembro de 2025 at 19:07

    O Evangelho de Mt 24, 37-44 convoca os cristãos à vigilância: “Vigiai, porque não sabeis em que dia virá o Senhor” (Mt 24, 42). Jesus faz uma comparação entre os tempos de Noé e os tempos da segunda vinda de Cristo: assim como, nos tempos de Noé, as pessoas, além de viver bem ordinariamente, estavam bastante distraídas, “assim será também na volta do Filho do homem” (Mt 24,39). Assim como os seres humanos que precederam o dilúvio universal, “соmiam, bebiam, casavam-se e davam-se em casamento” (Mt 24,38), assim também estará a humanidade que precederá o juízo universal. Além da exortação que o Senhor faz para que estejamos vigilantes, porque ele pode voltar a qualquer momento, não surpreende o fato de que nós, frequentemente, vivemos distraídos para essas coisas de dilúvios e de juízos. É normal, pois nos parece de grande proveito comer, beber e divertir-nos. E é verdade! Mas é preciso que unamos essas coisas ordinárias com as realidades sobrenaturais fazendo com que sejam uma só coisa na nossa vida: “quer comais quer bebais ou façais qualquer outra coisa, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Cor 10,31). O critério está bem claro: se fizermos todas as coisas ordinárias, tendo presente a glória de Deus, não seremos surpreendidos no dia do juízo, estaremos sempre preparados para esse acontecimento. Jesus falou sobre esta atitude de vigilante expectativa que deve caracterizar toda a vida do cristão. Não se trata somente da parúsia, ou seja, do fim dos tempos, mas também da vinda do Senhor, que se realizará para cada um em particular, ao término de sua vida, quando se encontrar face a face com seu Salvador. Aquele deverá ser o seu dia mais belo, o início de sua vida eterna. Mas acontece uma falta de preparação, porque não existe consciência do perigo. A nossa oração deve ser como a do cego de Jericó: Senhor, que eu veja! (Cf. Mc 10,51) Que eu veja se eu estou preparado para a vinda de Cristo. Porque pode acontecer de não termos essa sensibilidade. Tantas coisas vamos vivendo que não percebemos. Procuremos afastar os motivos que impedem a acolhida do Senhor como os prazeres da vida: a pessoa mergulhada nos prazeres fica iludida, como por exemplo, no domingo, dorme, passeia, pratica esportes, mas não sobra tempo para a Missa. O trabalho excessivo nos afasta da expectativa de Deus: a pessoa obcecada pelo trabalho esquece o resto: Deus, a família, os amigos, a própria saúde. Como desejo me preparar para a vinda de Cristo? E como desejo me preparar para o Natal desse ano? Apenas programando festas, presentes, enfeites, músicas? Preparemo-nos numa atitude de humildade e vigilância para a chegada de Cristo que vem. Pe. Rogério Moraes - Paróquia São José Operário Foto: Reprodução/Vecteezy